Pontos Obscuros do Mapa

Um curso para lançar luz sobre os chamados pontos obscuros – fatores de interpretação que vão muito além dos dez planetas convencionais.

Novos fatores de interpretação para novas necessidades humanas

O mundo de até 300 anos atrás era bem mais fácil de entender. Assim também com a Astrologia, ainda baseada nos sete planetas visíveis e nos esquemas de interpretação herdados da Idade Média.

Dá para enfrentar as complexas necessidades de hoje com o mesmo arsenal de técnicas que os astrólogos medievais usavam para atender ao rei?

Vieram a Revolução Industrial, a cultura de massa, o Dr. Freud, duas Guerras Mundiais, a psicologia de Jung, a corrida espacial, a globalização, a internet, a angústia e o vazio existencial da modernidade. Será que os problemas do homem contemporâneo cabem todos naquele céu mais simples, do tempo de Morin de Villefranche?

Pontos obscuros do mapa. Obscuros para quem não quer ver.

O céu astrológico não é uma realidade imutável. As grandes transformações sociais coincidem com novas descobertas de corpos celestes e com a ampliação dos horizontes do Sistema Solar. Foi assim desde a descoberta de Urano, que ocorreu em sincronia com as Revoluções Industrial e Francesa.

Parte da Fortuna, Lilith, Ceres, Quíron, Nodos Lunares, Éris e os demais planetas anões só são fatores obscuros se deixarmos que sejam. Conhecê-los é um caminho para enriquecer a interpretação. É preciso entender para usar na justa medida.

E os corpos celestes de descoberta mais recente, a que necessidades corresponderão? Como integrá-los na análise? Que peso dar a cada um desses fatores? Estas são as questões que estruturam o curso.

Pontos obscuros com tempero lunar

Alguns fatores de interpretação têm um comum o vínculo com a Lua: os Nodos Lunares, Parte da Fortuna e Lilith. É exatamente por eles que vamos começar. Fortuna e Nodos têm séculos de uso, mas continuam gerando confusão.

Hora de falar de Ceres, Palas e Quíron

Existem mais de 90 mil asteroides classificados, mas são pouquíssimos os de interesse astrológico. Vamos torná-los visíveis e úteis? E o que dizer de Quíron, que ninguém tem certeza por onde anda?

O excêntrico charme dos planetas anões

Desde 2006 a Astronomia passou a adotar a classificação de planetas anões para uma classe de corpos celestes além de Netuno. Você já conhece Plutão, mas precisa conhecer também Éris, Sedna e outros vizinhos. Eles não estão aí a passeio.


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